Acho que isso aqui anda um pouco empueirado. Pois bem... Vamos por a mão na massa!
Faz uns quatro meses que não damos notícias oficiais sobre nossa tão querida banda Coquetel Acapulco por aqui. Foi um período muito trabalhoso, porém muito compensador. Em Junho, abrimos, com muita honra, o show do New York Ska-Jazz Ensemble, e, em agosto, com um vocalista a menos, subimos no mesmo palco, novamente, dos Slackers.
Entre estes dois shows, nós tivemos tivemos muito trabalho. Ensaiamos incessantemente o nosso repertório com nosso o novo guitarrista (Luiz de Marco), além de adaptar algumas músicas que o André cantava para a voz da Aline. Como algumas músicas ficaram inviáveis de serem interpretadas por um vocal feminino, nós tivemos que "engordar" o nosso set list com alguns covers, e, através de longos ensaios de três horas, conseguimos fechar a tempo "Just Friends", da Amy Winehouse e "Artibella", do Ken Boothe, para nossa apresentação ao lado de Vic Ruggiero e sua trupe.
Com o fim das nossas participações nestes dois shows internacionais, nos sobrou a vontade de voltar a gravar, haja vista que mesmo depois de completar um ano na banda, ainda não temos material algum gravado com a Aline cantando. Foi um tempo difícil, houve entrada e saída de integrantes, casamento de um, concurso público do outro, shows importantes, festivais... Enfim... Não deu mesmo para se para programar uma produção que deva estar acima do último material que lançamos, em Janeiro de 2007.
Em nosso último bat-encontro, discutimos alguns pontos sobre esta próxima produção. Até o presente momento, a única certeza é de que vamos gravar três músicas e disponibilizá-las no Myspace. Não será um material para comercializar, apesar querermos investir numa qualidade superior. A idéia é voltar com força total, mostrar nossa nova cara e fechar nosso conceito artístico.
Além das próximas gravações, temos mais uma novidade: temos um oitavo Coquetel! Sim... Nosso novo saxofonista é Pedro Sucupira, ex-integrante da banda La Bamba. Se tudo der certo, o próximo show já será sua estréia, que, aliás, será no Circo Voador, no festival MOLA 2008. Mas disso a gente fala mais tarde.
Bom... por enquanto é só. Prometo, sempre que possível, escrever alguma besteira por aqui.
Abraços,
Luiz Henrique Costa.
# Por Leekee @ 6:37 PM :: |
Terça-feira, Maio 06, 2008 Sobre os canibais
Infelizmente, não pude ficar pra ver o show do Palmeras na Rebel, no sábado. Só os assisti na sexta, na Bangarang - e foi bastante bom. A festa, pra começar, é dos melhores lugares pra gente tocar hoje em dia graças ao público, que já vem disposto a dançar e aproveitar o som. E eles souberam aproveitar fazendo um baile, emendando uma música na outra sem qualquer intervalo, colocando o povo pra se mexer.
O canibalismo deles faz seu ska engolir uma boa variedade de sons diferentes. Tem bastante coisa latina, mas em uma fase do show aparece uma faceta meio 3rd wave, mais roqueira mesmo. Acho que é quando se ouve mais vocais, já que boa parte das músicas é instrumental. Claro que, pro show render assim, os caras têm que saber tocar. O baterista é realmente muito bom e os metais - sax e trompete - dão uma senhora pressão. Completam a banda um baixista com jeito de passado metaleiro e dois guitarristas bem competentes - me contaram que por lá em Caracas tocam ainda com um percussionista que não pôde vir ao Brasil.
Meu irmão Paulo, baixista do La Bamba, comprou o CD deles (aliás, ainda tá me devendo a grana). Foi gravado em 2005 pra 2006, se não me engano, é independente e bem interessante. Vale procurar os mp3 por aí - dêem uma olhada no site oficial da banda, acho que tem coisas por lá pra baixar.
Interessante também ver como a simples presença de uma atração de fora, mesmo desconhecida por aqui, faz o público se mobilizar. Com o Fast Food Orchestra já tinha sido bem surpreendente, com a Rebel lotadaça numa segunda à noite. Desta vez, tivemos o nosso maior público na Bangarang. E eu pelo menos notei a presença de uma galerinha ali de caras novas na frente do palco cantando nossas músicas - é inevitável, a gente costuma saber quem são aqueles que sabem as letras todas e estão sempre nos shows, mas desta vez vi gente que não reconheci não.
Terça-feira, Maio 06, 2008 Sobre os canibais
Infelizmente, não pude ficar pra ver o show do Palmeras na Rebel, no sábado. Só os assisti na sexta, na Bangarang - e foi bastante bom. A festa, pra começar, é dos melhores lugares pra gente tocar hoje em dia graças ao público, que já vem disposto a dançar e aproveitar o som. E eles souberam aproveitar fazendo um baile, emendando uma música na outra sem qualquer intervalo, colocando o povo pra se mexer.
O canibalismo deles faz seu ska engolir uma boa variedade de sons diferentes. Tem bastante coisa latina, mas em uma fase do show aparece uma faceta meio 3rd wave, mais roqueira mesmo. Acho que é quando se ouve mais vocais, já que boa parte das músicas é instrumental. Claro que, pro show render assim, os caras têm que saber tocar. O baterista é realmente muito bom e os metais - sax e trompete - dão uma senhora pressão. Completam a banda um baixista com jeito de passado metaleiro e dois guitarristas bem competentes - me contaram que por lá em Caracas tocam ainda com um percussionista que não pôde vir ao Brasil.
Meu irmão Paulo, baixista do La Bamba, comprou o CD deles (aliás, ainda tá me devendo a grana). Foi gravado em 2005 pra 2006, se não me engano, é independente e bem interessante. Vale procurar os mp3 por aí - dêem uma olhada no site oficial da banda, acho que tem coisas por lá pra baixar.
Interessante também ver como a simples presença de uma atração de fora, mesmo desconhecida por aqui, faz o público se mobilizar. Com o Fast Food Orchestra já tinha sido bem surpreendente, com a Rebel lotadaça numa segunda à noite. Desta vez, tivemos o nosso maior público na Bangarang. E eu pelo menos notei a presença de uma galerinha ali de caras novas na frente do palco cantando nossas músicas - é inevitável, a gente costuma saber quem são aqueles que sabem as letras todas e estão sempre nos shows, mas desta vez vi gente que não reconheci não.
Marcadores: Shows passados
# Por André Monnerat @ 1:46 PM :: |
Terça-feira, Abril 29, 2008 Ska de fora, no Rio de novo
Mais uma vez o pessoal que gosta de ska no Rio de Janeiro vai ter a chance de ver uma banda estrangeira do estilo tocando na cidade - e nós estaremos tocando junto de novo. Depois do Slackers e do Fast Food Orchestra, agora tocaremos com o Palmeras Kanibales, da Venezuela. Os detalhes estão na agenda aí do lado.
Pra apresentar a banda a quem não conhece, um videozinho aí embaixo dos caras tocando Chango:
Terça-feira, Abril 29, 2008 Ska de fora, no Rio de novo
Mais uma vez o pessoal que gosta de ska no Rio de Janeiro vai ter a chance de ver uma banda estrangeira do estilo tocando na cidade - e nós estaremos tocando junto de novo. Depois do Slackers e do Fast Food Orchestra, agora tocaremos com o Palmeras Kanibales, da Venezuela. Os detalhes estão na agenda aí do lado.
Pra apresentar a banda a quem não conhece, um videozinho aí embaixo dos caras tocando Chango:
# Por André Monnerat @ 2:28 PM :: |
Sexta-feira, Janeiro 25, 2008 Rapidim
Só pra atualizar com nossos próximos compromissos:
:: HOJE - 25/1 - Coquetel Acapulco no Ponto de Reggae
Com discotecagem de Soul Sound System + participação especial do DJ Livio (ska)
Ilha Primeira - Av. das Américas, Barra da Tijuca (pegar o barco atrás do Condado de Cascais, no final da rua do Motel Maxim)
Até 23h30, homens R$5,00 e mulheres grátis; após, homens R$7,00 e mulheres R$5,00Barco: R$3,00 ida e volta
:: Domingo - 27/1 - Coquetel Acapulco em Jacarepaguá
Shows com COQUETEL ACAPULCO, La Bamba, Swell, Matchpoint, Madame Machado, Mt7 e Skambo
Bar R9 - Estrada do Tindiba, 1851 - Taquara
Ingressos: R$7,00 antecipado ou R$10,00 na horaA partir das 16h (nosso show está previsto para as 17h30)
E tem ainda ska no domingo de carnaval!
Vamos participar da edição carioca do Grito Rock, que tem um circuito com 20 cidades espalhadas pelo Brasil. Por aqui, os shows acontecerão no CineLapa, com atrações como Jason, Stelabella, Cabaret, Piu-Piu e Sua Banda, Fuzzcas e muitos outros.
Nosso show é dia 3 de fevereiro, previsto para as 22h. Você pode conferir tudo sobre o festival no site www.gritorock.com.br .
Sexta-feira, Janeiro 25, 2008 Rapidim
Só pra atualizar com nossos próximos compromissos:
:: HOJE - 25/1 - Coquetel Acapulco no Ponto de Reggae
Com discotecagem de Soul Sound System + participação especial do DJ Livio (ska)
Ilha Primeira - Av. das Américas, Barra da Tijuca (pegar o barco atrás do Condado de Cascais, no final da rua do Motel Maxim)
Até 23h30, homens R$5,00 e mulheres grátis; após, homens R$7,00 e mulheres R$5,00Barco: R$3,00 ida e volta
:: Domingo - 27/1 - Coquetel Acapulco em Jacarepaguá
Shows com COQUETEL ACAPULCO, La Bamba, Swell, Matchpoint, Madame Machado, Mt7 e Skambo
Bar R9 - Estrada do Tindiba, 1851 - Taquara
Ingressos: R$7,00 antecipado ou R$10,00 na horaA partir das 16h (nosso show está previsto para as 17h30)
E tem ainda ska no domingo de carnaval!
Vamos participar da edição carioca do Grito Rock, que tem um circuito com 20 cidades espalhadas pelo Brasil. Por aqui, os shows acontecerão no CineLapa, com atrações como Jason, Stelabella, Cabaret, Piu-Piu e Sua Banda, Fuzzcas e muitos outros.
Nosso show é dia 3 de fevereiro, previsto para as 22h. Você pode conferir tudo sobre o festival no site www.gritorock.com.br .
Marcadores: Agenda
# Por André Monnerat @ 8:01 AM :: |
Quarta-feira, Janeiro 02, 2008 2008 tá aí
E aí, já passou a ressaca? Tudo na paz?
Tirando a poeira aqui do blog, só pra avisar que temos shows sendo marcados ainda pra janeiro! Aguarde, que em breve colocamos os detalhes todos por aqui.
E pra quem for um cara super antenado e cool com as últimas tecnologias, o Coquetel agora tem o seu Twitter. Pra quem souber o que é, vai lá e acompanhe pra estar sempre atualizado das nossas acapulquices: www.twitter.com/coquetel
Quarta-feira, Janeiro 02, 2008 2008 tá aí
E aí, já passou a ressaca? Tudo na paz?
Tirando a poeira aqui do blog, só pra avisar que temos shows sendo marcados ainda pra janeiro! Aguarde, que em breve colocamos os detalhes todos por aqui.
E pra quem for um cara super antenado e cool com as últimas tecnologias, o Coquetel agora tem o seu Twitter. Pra quem souber o que é, vai lá e acompanhe pra estar sempre atualizado das nossas acapulquices: www.twitter.com/coquetel
# Por André Monnerat @ 12:23 PM :: |
Terça-feira, Outubro 30, 2007 Compromissos
Podem olhar a agenda atualizada aí do lado: esta quinta, show na Rebel, em uma festa pra ajudar uma boa causa: a realização do curta-metragem que Curtindo a vida armado - Ferris Bira´s day off. E, na segunda, tem a nossa participação no festival B de Banda, organizado pelo Jornal do Brasil. É um show curtinho na Melt e quem quiser aparecer pode desde já colocar seu nome na lista amiga: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=38360924&tid=2563541268274350071&start=1
Nos vemos lá!
Terça-feira, Outubro 30, 2007 Compromissos
Podem olhar a agenda atualizada aí do lado: esta quinta, show na Rebel, em uma festa pra ajudar uma boa causa: a realização do curta-metragem que Curtindo a vida armado - Ferris Bira´s day off. E, na segunda, tem a nossa participação no festival B de Banda, organizado pelo Jornal do Brasil. É um show curtinho na Melt e quem quiser aparecer pode desde já colocar seu nome na lista amiga: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=38360924&tid=2563541268274350071&start=1
Nos vemos lá!
Marcadores: Agenda
# Por André Monnerat @ 9:56 PM :: |
Terça-feira, Setembro 11, 2007
Coquetel Acapulco multimídia
Passada a avalanche da semana retrasada e a pequena folga para recarregar baterias (hoje eu estou criativo para metáforas), eis um pequeno resumo:
* Segunda-feira, dia 27/08. Nosso segundo show na Melt em menos de um mês foi uma simpática surpresa: estávamos receosos porque era nosso segundo show na casa em menos de um mês. O primeiro havia sido ótimo, o público compareceu e curtiu a estréia de Aline Nabisi e sua exuberância. Nesse segundo, a galera também se fez presente e a banda toda parecia mais à vontade, até porque já conhecíamos melhor o terreno, o que possibilitou uma passagem de som bem mais consciente. O Filipe certamente não concorda tanto comigo, contudo. Além de estar com o braço lesionado (um dia contarei aqui a minha história pessoal com bateristas que resolvem dar uma de alpinista), o banco da bateria estava com defeito - o que o obrigava a tocar feito um anão. Isso certamente comprometeu um pouco o ritmo do show, que acabou tendo mais paradas do que o aconselhável. Mas para isso temos a Aline e suas "embromations" providenciais... Ah! Foi a estréia mundial de “Cortesia”, nossa 11ª música própria. O que nos obriga em shows com menor duração a excluir “Debaixo do Mesmo” e/ou “Você Não Faz” do repertório - uma crueldade.
* Sexta-feira, dia 31/08. Terceira apresentação do Coquetel Acapulco Sistema de Som, desta vez na Casa Rosa. Acho que nunca explicamos direito aqui no blog do que se trata: temos um plano maligno, tipo Pink e Cérebro, de divulgar e massificar (sacaná, massificar de c*#! é r#*@) o ska e congêneres e levar uma alternativa de música dançante para as pistas do Rio (o que nos permite tocar black music mais antiga, swing, entre outros). Além da divulgação, agregamos um conceito a mais ao Coquetel e ainda nos divertimos no processo. A primeira vez foi na festa de Ciências Sociais da Uni-Rio, na praia vermelha. A segunda já foi na Casa da Matriz, em plena Sundae Tracks. Por fim, participamos da festa promovida pelo Interferência Sistema de Som, projeto tocado pela galera da Rádio Interferência. A noite foi divertida, embora tenha sido obrigatoriamente abreviada para a gente porque às 6 da manhã seguinte já éramos obrigados a partir pra SP, onde horas depois estaríamos tocando no GAS Festival, em SP.
* Sábado, dia 01/09. E lá fomos nós pra Sampa de novo! Quarta vez para a capital, fora aquela para Campinas. Já não me sinto um forasteiro quando passo pelos arredores da Avenida Paulista. Ainda que exaustos pela maratona, chegamos lá na Chácara do Jockey e fizemos a nossa parte. O esquema do show era estranho: em frente ao palco rolavam atrações esportivas, o que obrigava o público a ficar meio afastado. Em frente à gente, rolavam piruetas em duas rodas. Era meio frio tocar para um bando de bicicletas. Fora isso, o horário era um pouco ingrato, até porque competíamos com uma dessas bandas emo da moda (eram quatro palcos espalhados por um terreno enorme) no palco em frente. Mas eu digo que valeu, pois havia uma galerinha curiosa assistindo o show, inclusive dançando. Visitando o site do festival, pude perceber que nós éramos uma das bandas com mais fotos disponíveis. Pode ter sido o cabelo incandescente da Aline (foto), mas me parece que ficou uma boa impressão.
A partir de agora eu vou divulgar aos poucos algumas das músicas que o nosso coletivo de DJs anda colocando pra tocar pelas pistas cariocas. E quero ver se consigo criar por aqui um canal onde todos pudessem pitacar sobre quais músicas gostariam de ouvir numa futura oportunidade.
Terça-feira, Setembro 11, 2007

Coquetel Acapulco multimídia
Passada a avalanche da semana retrasada e a pequena folga para recarregar baterias (hoje eu estou criativo para metáforas), eis um pequeno resumo:
* Segunda-feira, dia 27/08. Nosso segundo show na Melt em menos de um mês foi uma simpática surpresa: estávamos receosos porque era nosso segundo show na casa em menos de um mês. O primeiro havia sido ótimo, o público compareceu e curtiu a estréia de Aline Nabisi e sua exuberância. Nesse segundo, a galera também se fez presente e a banda toda parecia mais à vontade, até porque já conhecíamos melhor o terreno, o que possibilitou uma passagem de som bem mais consciente. O Filipe certamente não concorda tanto comigo, contudo. Além de estar com o braço lesionado (um dia contarei aqui a minha história pessoal com bateristas que resolvem dar uma de alpinista), o banco da bateria estava com defeito - o que o obrigava a tocar feito um anão. Isso certamente comprometeu um pouco o ritmo do show, que acabou tendo mais paradas do que o aconselhável. Mas para isso temos a Aline e suas "embromations" providenciais... Ah! Foi a estréia mundial de “Cortesia”, nossa 11ª música própria. O que nos obriga em shows com menor duração a excluir “Debaixo do Mesmo” e/ou “Você Não Faz” do repertório - uma crueldade.
* Sexta-feira, dia 31/08. Terceira apresentação do Coquetel Acapulco Sistema de Som, desta vez na Casa Rosa. Acho que nunca explicamos direito aqui no blog do que se trata: temos um plano maligno, tipo Pink e Cérebro, de divulgar e massificar (sacaná, massificar de c*#! é r#*@) o ska e congêneres e levar uma alternativa de música dançante para as pistas do Rio (o que nos permite tocar black music mais antiga, swing, entre outros). Além da divulgação, agregamos um conceito a mais ao Coquetel e ainda nos divertimos no processo. A primeira vez foi na festa de Ciências Sociais da Uni-Rio, na praia vermelha. A segunda já foi na Casa da Matriz, em plena Sundae Tracks. Por fim, participamos da festa promovida pelo Interferência Sistema de Som, projeto tocado pela galera da Rádio Interferência. A noite foi divertida, embora tenha sido obrigatoriamente abreviada para a gente porque às 6 da manhã seguinte já éramos obrigados a partir pra SP, onde horas depois estaríamos tocando no GAS Festival, em SP.
* Sábado, dia 01/09. E lá fomos nós pra Sampa de novo! Quarta vez para a capital, fora aquela para Campinas. Já não me sinto um forasteiro quando passo pelos arredores da Avenida Paulista. Ainda que exaustos pela maratona, chegamos lá na Chácara do Jockey e fizemos a nossa parte. O esquema do show era estranho: em frente ao palco rolavam atrações esportivas, o que obrigava o público a ficar meio afastado. Em frente à gente, rolavam piruetas em duas rodas. Era meio frio tocar para um bando de bicicletas. Fora isso, o horário era um pouco ingrato, até porque competíamos com uma dessas bandas emo da moda (eram quatro palcos espalhados por um terreno enorme) no palco em frente. Mas eu digo que valeu, pois havia uma galerinha curiosa assistindo o show, inclusive dançando. Visitando o site do festival, pude perceber que nós éramos uma das bandas com mais fotos disponíveis. Pode ter sido o cabelo incandescente da Aline (foto), mas me parece que ficou uma boa impressão.
A partir de agora eu vou divulgar aos poucos algumas das músicas que o nosso coletivo de DJs anda colocando pra tocar pelas pistas cariocas. E quero ver se consigo criar por aqui um canal onde todos pudessem pitacar sobre quais músicas gostariam de ouvir numa futura oportunidade.
# Por Léo Mahfuz @ 1:55 PM :: |
Terça-feira, Setembro 04, 2007
Clipando
Somos péssimos em auto-promoção, não? Faz já um tempo que saiu essa notinha na Revista Outracoisa sobre a gente, na edição com o cd do Vanguart encartado. Confiram aí o texto, cujo destaque na foto é o Manacá.
Daqui a pouco eu volto contando como foram as últimas do Coquetel Acapulco na atribulada semana que passou.
Terça-feira, Setembro 04, 2007

Clipando
Somos péssimos em auto-promoção, não? Faz já um tempo que saiu essa notinha na Revista Outracoisa sobre a gente, na edição com o cd do Vanguart encartado. Confiram aí o texto, cujo destaque na foto é o Manacá.
Daqui a pouco eu volto contando como foram as últimas do Coquetel Acapulco na atribulada semana que passou.
# Por Léo Mahfuz @ 12:58 PM :: |
Terça-feira, Agosto 07, 2007 Frutos de Campinas
Além de tudo o que o André já relatou abaixo, a viagem a Campinas ainda me possibilitou conhecer uma nova banda gringa, em bela sugestão dada pelo Bruno Lancellotti, da Radiola Records. O nome é Deal's Gone Bad, já tem um tempo de estrada e essa música chama-se "Messin' Around". É a primeira e melhor música do disco "The Ramblers", de 2007.
Terça-feira, Agosto 07, 2007 Frutos de Campinas
Além de tudo o que o André já relatou abaixo, a viagem a Campinas ainda me possibilitou conhecer uma nova banda gringa, em bela sugestão dada pelo Bruno Lancellotti, da Radiola Records. O nome é Deal's Gone Bad, já tem um tempo de estrada e essa música chama-se "Messin' Around". É a primeira e melhor música do disco "The Ramblers", de 2007.
# Por Léo Mahfuz @ 6:14 PM :: |
Sexta-feira, Agosto 03, 2007 Os últimos shows
Estivemos no fim de semana passado pela primeira vez em Campinas, e a experiência não poderia ter sido melhor. Ok, a não ser pelo frio, mas enfim.
A começar por ter conhecido alguém como o David, o homem que tornou possível nossa ida pra lá. Gente finíssima, daqueles caras que te fazem acreditar na humanidade.
Segundo, pela própria festa. A Skandalosa junta gente de todo tipo para, vejam vocês, ouvir ska! Em um lugar bacana, com comida e bebida de qualidade e preço honesto. Um bom som nos intervalos e um público realmente interessado nos shows.
Antes da gente, tocaram os locais do Atomic Nachos, que deixavam clara a admiração - nada reprovável - pelo Rancid. Era só olhar pro trombonista-punk com camisa da banda e pro baixista tocando à Matt Freeman, de palheta e com trezentas notas por segundo.
E depois, lá pras 2h30, foi a nossa vez. Fizemos o maior set possível e, no fim, o povo ainda queria mais, o que nos levou a improvisar um bis com Selvagem/Funk até o caroço/Groove is in the heart. Casa cheia, de gente disposta a dançar, pular e cantar, uma beleza.
Ainda pudemos conhecer por lá o pessoal gente boa do Radio Ska, de São Paulo, com quem já andamos trocando idéias pela internet há um tempo. Esperamos voltar a nos encontrar em breve.
Isso foi no sábado. Domingo, 6 horas de ônibus. E segunda, mais show, desta vez na Melt, pra apresentar ao pessoal do Rio o som da banda com sua nova voz feminina.
Foi legal ver a casa com um bom público, muitos amigos e outros tantos desconhecidos. Dia 27 estaremos de volta por lá.
Sexta-feira, Agosto 03, 2007 Os últimos shows
Estivemos no fim de semana passado pela primeira vez em Campinas, e a experiência não poderia ter sido melhor. Ok, a não ser pelo frio, mas enfim.
A começar por ter conhecido alguém como o David, o homem que tornou possível nossa ida pra lá. Gente finíssima, daqueles caras que te fazem acreditar na humanidade.
Segundo, pela própria festa. A Skandalosa junta gente de todo tipo para, vejam vocês, ouvir ska! Em um lugar bacana, com comida e bebida de qualidade e preço honesto. Um bom som nos intervalos e um público realmente interessado nos shows.
Antes da gente, tocaram os locais do Atomic Nachos, que deixavam clara a admiração - nada reprovável - pelo Rancid. Era só olhar pro trombonista-punk com camisa da banda e pro baixista tocando à Matt Freeman, de palheta e com trezentas notas por segundo.
E depois, lá pras 2h30, foi a nossa vez. Fizemos o maior set possível e, no fim, o povo ainda queria mais, o que nos levou a improvisar um bis com Selvagem/Funk até o caroço/Groove is in the heart. Casa cheia, de gente disposta a dançar, pular e cantar, uma beleza.
Ainda pudemos conhecer por lá o pessoal gente boa do Radio Ska, de São Paulo, com quem já andamos trocando idéias pela internet há um tempo. Esperamos voltar a nos encontrar em breve.
* * * *
Isso foi no sábado. Domingo, 6 horas de ônibus. E segunda, mais show, desta vez na Melt, pra apresentar ao pessoal do Rio o som da banda com sua nova voz feminina.
Foi legal ver a casa com um bom público, muitos amigos e outros tantos desconhecidos. Dia 27 estaremos de volta por lá.
Marcadores: Shows passados
# Por André Monnerat @ 10:40 AM :: |
Quinta-feira, Julho 19, 2007 De volta para o futuro
O Léo andou falando aqui de uma pá de coisas com sonoridade retrô, e parece que isso tá entrando na moda mesmo. Pois vejam só o vídeo abaixo de uma bandinha que leva isso ao extremo e tá chamando atenção lá fora: as Puppini Sisters. A música é Tu Vuo Fa L'Americano, que o Canastra também toca em seus shows por aqui.
E o site é bem maneiro: http://www.thepuppinisisters.com/
Quinta-feira, Julho 19, 2007 De volta para o futuro
O Léo andou falando aqui de uma pá de coisas com sonoridade retrô, e parece que isso tá entrando na moda mesmo. Pois vejam só o vídeo abaixo de uma bandinha que leva isso ao extremo e tá chamando atenção lá fora: as Puppini Sisters. A música é Tu Vuo Fa L'Americano, que o Canastra também toca em seus shows por aqui.
E o site é bem maneiro: http://www.thepuppinisisters.com/
Marcadores: Vídeos
# Por André Monnerat @ 2:14 PM :: |
Quinta-feira, Julho 12, 2007 Senhoras e senhores, Ms. Aline Nabisi
Quinta-feira, Julho 12, 2007 Senhoras e senhores, Ms. Aline Nabisi

Eis aí, portanto, nossa nova vocalista. Alguém já escreveu sobre ela, depois de um show com a Shar, que é "carismática, voz imponente, performance cativante". Em breve vocês poderão conferir se funciona assim também em uma banda de ska. Será?
# Por André Monnerat @ 9:29 AM :: |
Quarta-feira, Julho 04, 2007 Pepper Pots - Soul Goes Ska
E não é que o Pepper Pots lançou um disco no final de maio agora cuja capa tem como subtítulo 'Soul Goes Ska'? Realmente, como diria Odorico Quintela, "Deus está nas coincidências". O novo álbum, intitulado 'Shake It', radicaliza o conceito de ska-soul, na linha do que era feito na década de 60 na Jamaica, mas de uma maneira bem peculiar. E excelente. No vídeo, um trecho ao vivo de uma das músicas do disco, deliciosa versão de 'Be My Baby', do trio vocal (soul e sessentista, claro) The Ronettes.
Divirtam-se enquanto a gente não traz as novidades do Coquetel Acapulco - que vêm quentes.
Quarta-feira, Julho 04, 2007 Pepper Pots - Soul Goes Ska
E não é que o Pepper Pots lançou um disco no final de maio agora cuja capa tem como subtítulo 'Soul Goes Ska'? Realmente, como diria Odorico Quintela, "Deus está nas coincidências". O novo álbum, intitulado 'Shake It', radicaliza o conceito de ska-soul, na linha do que era feito na década de 60 na Jamaica, mas de uma maneira bem peculiar. E excelente. No vídeo, um trecho ao vivo de uma das músicas do disco, deliciosa versão de 'Be My Baby', do trio vocal (soul e sessentista, claro) The Ronettes.
Divirtam-se enquanto a gente não traz as novidades do Coquetel Acapulco - que vêm quentes.
# Por Léo Mahfuz @ 5:23 PM :: |
Terça-feira, Junho 26, 2007 Dando satisfação
Apesar das atividades neste blog talvez indicarem o contrário, a banda não está parada. Então, vamos atualizar pra quem passa por aqui procurando as últimas notícias de Acapulco.
A Luisa já está na Suíça, aproveitando a vida cheia de queijos e chocolates do primeiro mundo. Nos fará muita falta, não só como vocalista e tecladista, mas principalmente como amiga. Mas a nível de banda mesmo, o desfalque tá aí, e estamos nos acertando na maneira como lidar com ele. A idéia é termos uma nova vocalista e um novo tecladista e, quando isso acontecer pra valer, vocês serão devidamente apresentados a eles.
Enquanto isso, a vida segue e a intenção não é parar com os shows. Estamos já com datas certas para julho e agosto - é só uma questão de acertar os detalhes pra divulgar, mas posso dizer que a estrada nos espera e o povo de São Paulo poderá nos encontrar novamente em breve.
Terça-feira, Junho 26, 2007 Dando satisfação
Apesar das atividades neste blog talvez indicarem o contrário, a banda não está parada. Então, vamos atualizar pra quem passa por aqui procurando as últimas notícias de Acapulco.
A Luisa já está na Suíça, aproveitando a vida cheia de queijos e chocolates do primeiro mundo. Nos fará muita falta, não só como vocalista e tecladista, mas principalmente como amiga. Mas a nível de banda mesmo, o desfalque tá aí, e estamos nos acertando na maneira como lidar com ele. A idéia é termos uma nova vocalista e um novo tecladista e, quando isso acontecer pra valer, vocês serão devidamente apresentados a eles.
Enquanto isso, a vida segue e a intenção não é parar com os shows. Estamos já com datas certas para julho e agosto - é só uma questão de acertar os detalhes pra divulgar, mas posso dizer que a estrada nos espera e o povo de São Paulo poderá nos encontrar novamente em breve.
# Por André Monnerat @ 9:20 AM :: |
Terça-feira, Junho 05, 2007 Soul em pele de Ska
Com um tremendo atraso, eis a conclusão do assunto do post anterior, sobre a volta do Soul. Até que não foi tããão demorado - ainda estamos na mesma estação do ano, por exemplo.
Terminei falando da familiaridade entre o soul e o ska/rocksteady/reggae. Sei que muita gente associa ska àquelas bandas dos anos 90 que misturavam rock (punk, hardcore) com o ritmo do ska. Toda forma de ska é válida, já dizia Lulu Santos. Mas esses que acham que sinônimo de ska é Reel Big Fish, Mighty Mighty Bosstones, Sublime, Less Than Jake ou mesmo Police, provavelmente não sabem que ska é originalmente uma música negra, de ritmo bem mais cadenciado do que suas imaginações podem desconfiar.
De meados da década passada pra cá, no entanto, começaram a surgir mundo afora bandas mais interessadas em acentuar essa herança genética e buscar, de uma forma não exatamente revivalista, um jeito de fazer ska mais calcado no groove, em melodias mais “blacks” e até um acento jazzístico, às vezes.
Penso primeiro no Hepcat, que já fazia barulho em 1992, 1993. Depois vieram os Slackers e o Skinnerbox de King Django – quando este era apenas Jeff Baker - e por aí em diante
Mas é na galera mais recente que o bicho do soul pegou de vez. Vá ao 'myspace' dos americanos do Westbound Train, dos britânicos do The Dualers, dos catalães do Pepper Pots, dos canadenses do One Night Band e dos italianos do La Ghenga: assim como no caso do Hepcat e dos Slackers, ou eles se intitulam bandas de Ska/Reggae/SOUL ou entre suas principais influências há uma penca de artistas soul, destacando-se a onipresença de Sam Cooke (provavelmente o artista de música negra com mais versões de suas músicas em ska).
É um lance meio lobo e cordeiro, contudo. Você ouve as músicas e nada ali, com exceção do Westbound Train e de algumas músicas do Dualers e do Pepper Pots, é coisa de outro mundo. Vê-se que tem muito ainda a caminhar e explorar. Rola também uma inocência, um excesso de cautela e deferência. Nesse caso, o ‘cordeiro’ anda muito pacato ainda, tá faltando mais ‘lobo’ nessa intenção. Não que se deva escancarar o lado soul, pelo contrário. Falo daquele “algo mais”, aquela malícia que faz a diferença e ninguém consegue pôr em palavras até que pinte alguém que acerta na receita. Olho no Westbound Train.
Cheguei a comentar que havia um detalhe interessante em relação ao modo como se anda bebendo na fonte da soul music ultimamente: sutileza. Essa sutileza – ou, vá lá, espontaneidade – é o grande barato da coisa toda. A influência se impregnou furtivamente, aqui e ali. Não houve jogada publicitária nem levantar de bandeiras. Enquanto os marqueteiros não se tocarem, claro.
PS: Comentaram sobre a Quantic Soul Orchestra, que é realmente fantástica, principalmente no disco com a Spanky Wilson cantando. Não falei deles porque resolvi limitar o tal “revival” ao soul propriamente dito. Se fosse considerar a galera recente que caminha mais pelo lado do funk tradicional de James Brown e Charles Wright, já teria que falar do reggae funkeado dos Aggrolites (já ouviram o último deles, “Reggae Hit L.A.”?). E por aí vai.
Terça-feira, Junho 05, 2007 Soul em pele de Ska
Com um tremendo atraso, eis a conclusão do assunto do post anterior, sobre a volta do Soul. Até que não foi tããão demorado - ainda estamos na mesma estação do ano, por exemplo.
Terminei falando da familiaridade entre o soul e o ska/rocksteady/reggae. Sei que muita gente associa ska àquelas bandas dos anos 90 que misturavam rock (punk, hardcore) com o ritmo do ska. Toda forma de ska é válida, já dizia Lulu Santos. Mas esses que acham que sinônimo de ska é Reel Big Fish, Mighty Mighty Bosstones, Sublime, Less Than Jake ou mesmo Police, provavelmente não sabem que ska é originalmente uma música negra, de ritmo bem mais cadenciado do que suas imaginações podem desconfiar.
De meados da década passada pra cá, no entanto, começaram a surgir mundo afora bandas mais interessadas em acentuar essa herança genética e buscar, de uma forma não exatamente revivalista, um jeito de fazer ska mais calcado no groove, em melodias mais “blacks” e até um acento jazzístico, às vezes.
Penso primeiro no Hepcat, que já fazia barulho em 1992, 1993. Depois vieram os Slackers e o Skinnerbox de King Django – quando este era apenas Jeff Baker - e por aí em diante
Mas é na galera mais recente que o bicho do soul pegou de vez. Vá ao 'myspace' dos americanos do Westbound Train, dos britânicos do The Dualers, dos catalães do Pepper Pots, dos canadenses do One Night Band e dos italianos do La Ghenga: assim como no caso do Hepcat e dos Slackers, ou eles se intitulam bandas de Ska/Reggae/SOUL ou entre suas principais influências há uma penca de artistas soul, destacando-se a onipresença de Sam Cooke (provavelmente o artista de música negra com mais versões de suas músicas em ska).
É um lance meio lobo e cordeiro, contudo. Você ouve as músicas e nada ali, com exceção do Westbound Train e de algumas músicas do Dualers e do Pepper Pots, é coisa de outro mundo. Vê-se que tem muito ainda a caminhar e explorar. Rola também uma inocência, um excesso de cautela e deferência. Nesse caso, o ‘cordeiro’ anda muito pacato ainda, tá faltando mais ‘lobo’ nessa intenção. Não que se deva escancarar o lado soul, pelo contrário. Falo daquele “algo mais”, aquela malícia que faz a diferença e ninguém consegue pôr em palavras até que pinte alguém que acerta na receita. Olho no Westbound Train.
Cheguei a comentar que havia um detalhe interessante em relação ao modo como se anda bebendo na fonte da soul music ultimamente: sutileza. Essa sutileza – ou, vá lá, espontaneidade – é o grande barato da coisa toda. A influência se impregnou furtivamente, aqui e ali. Não houve jogada publicitária nem levantar de bandeiras. Enquanto os marqueteiros não se tocarem, claro.
PS: Comentaram sobre a Quantic Soul Orchestra, que é realmente fantástica, principalmente no disco com a Spanky Wilson cantando. Não falei deles porque resolvi limitar o tal “revival” ao soul propriamente dito. Se fosse considerar a galera recente que caminha mais pelo lado do funk tradicional de James Brown e Charles Wright, já teria que falar do reggae funkeado dos Aggrolites (já ouviram o último deles, “Reggae Hit L.A.”?). E por aí vai.
# Por Léo Mahfuz @ 4:31 AM :: |
Quinta-feira, Maio 03, 2007 A volta do Soul
O 'Soul' voltou, assim como eu a esse blog. Os jornalistas, presumo eu, não se deram conta, mas talvez desde a época áurea, aquela anterior ao funk e ao disco - que tomaram conta da parada na década de 70 e viraram referência de música negra - a soul music mais tradicional não é tão influente.
Vamos aos indícios: 1-Solomon Burke é resgatado do limbo e faz discos belíssimos, misturando blues (primeiro disco após a retomada) e country (o mais recente e sensacional Nashville), com resultados satisfatórios de crítica e público. Al Green e Stevie Wonder seguem o mesmo caminho, com resultados artísticos excelentes. 2- Começam a surgir os primeiros artistas de música negra ou não a trilhar um caminho menos modernoso nos arranjos ou buscar a influência mais diretamente da fonte de Sam Cooke, Marvin Gaye, Otis Redding, além dos nomes já citados acima. Ou seja, Maxwell e D´Angelo, os quais eu gosto muito, não fazem parte do argumento. Até porque surgiram como um raio e sumiram como tal. Meu destaque aqui é pra quem tem se afastado do conceito de R'n'B moderno, aquele do batidão esporrento, vocal mega comprimido, flerte com o rap. Ou seja, todo um clichê que, aliás, já cansou nossos ouvidos.
Gosto do exemplo da dupla Gnarls Barkley. Não se trata de um "artista soul". Mas está aí justamente a diferença em relação à epóca em que o Neo Soul de Maxwell apareceu. As evidências são mais sutis. Ou não. Nunca parou pra pensar que "Crazy" poderia ter sido alvo de uma contestação por parte de Al Green em razão de lesão à propriedade intelectual e artística? Eu parei. A levadinha típica (típica demais, ele abusou disso a carreira inteira) do autor de "Let's Stay Together", a inflexão vocal, os falsetes no refrão. Claro que tudo embalado à modernidade dos arranjos de Danger Mouse, o que disfarça e -por que não?- justifica a música.
Outro exemplo, esse óbvio, é o de Amy Winehouse. Entre os álbuns que ficaram em meus diretórios de mp3 talvez por esperança de um dia conseguir excluí-los sem dó era o primeiro da inglesa, chamado "Frank". Não era ruim, mas nada tinha de especial. Agora, não. Agora ela pegou na veia com "Black to Black". O disco todo é muito inspirado. E os arranjos, pela primeira vez em muito tempo resolveram assumir o soul sem timidez. "Tears Dry on Their Own" é uma brincadeira com "Ain't No Mountain High Enough", eternizada na voz de M. Gaye e Tammy Terrel. É praticamente o mesmo arranjo - até nos backing vocals. A melodia um pouco alterada, uma nova letra... Pronto: ela conseguiu homenagear com maestria a original, sem precisar fingir que não tava chupando. Achei legal.
Você achou que não teria nenhuma referência ao ska? Hehehehe... É aqui que tudo começa de verdade. Pois não é que tem um ska-rocksteady em "Black to Black"? Claro, timbres nada jamaicanos, bateria provavelmente programada (hoje em dia tá difícil saber, se bobear os arranjos todos foram tocados em um teclado...). Nada mais justo do que um ska figurar no disco da cantora. Soul e ska são algo como pai e filho bastardo. O mesmo parentesco se aplica ao rocksteady e ao reggae, claro.
Faltou o número 3 dos indícios, o principal. Mas vou parar por aqui, que já passei dos limites do bom senso. Mais tarde eu continuo de onde parei, e explico melhor onde quero chegar.
Quinta-feira, Maio 03, 2007 A volta do Soul
O 'Soul' voltou, assim como eu a esse blog. Os jornalistas, presumo eu, não se deram conta, mas talvez desde a época áurea, aquela anterior ao funk e ao disco - que tomaram conta da parada na década de 70 e viraram referência de música negra - a soul music mais tradicional não é tão influente.
Vamos aos indícios: 1-Solomon Burke é resgatado do limbo e faz discos belíssimos, misturando blues (primeiro disco após a retomada) e country (o mais recente e sensacional Nashville), com resultados satisfatórios de crítica e público. Al Green e Stevie Wonder seguem o mesmo caminho, com resultados artísticos excelentes. 2- Começam a surgir os primeiros artistas de música negra ou não a trilhar um caminho menos modernoso nos arranjos ou buscar a influência mais diretamente da fonte de Sam Cooke, Marvin Gaye, Otis Redding, além dos nomes já citados acima. Ou seja, Maxwell e D´Angelo, os quais eu gosto muito, não fazem parte do argumento. Até porque surgiram como um raio e sumiram como tal. Meu destaque aqui é pra quem tem se afastado do conceito de R'n'B moderno, aquele do batidão esporrento, vocal mega comprimido, flerte com o rap. Ou seja, todo um clichê que, aliás, já cansou nossos ouvidos.
Gosto do exemplo da dupla Gnarls Barkley. Não se trata de um "artista soul". Mas está aí justamente a diferença em relação à epóca em que o Neo Soul de Maxwell apareceu. As evidências são mais sutis. Ou não. Nunca parou pra pensar que "Crazy" poderia ter sido alvo de uma contestação por parte de Al Green em razão de lesão à propriedade intelectual e artística? Eu parei. A levadinha típica (típica demais, ele abusou disso a carreira inteira) do autor de "Let's Stay Together", a inflexão vocal, os falsetes no refrão. Claro que tudo embalado à modernidade dos arranjos de Danger Mouse, o que disfarça e -por que não?- justifica a música.
Outro exemplo, esse óbvio, é o de Amy Winehouse. Entre os álbuns que ficaram em meus diretórios de mp3 talvez por esperança de um dia conseguir excluí-los sem dó era o primeiro da inglesa, chamado "Frank". Não era ruim, mas nada tinha de especial. Agora, não. Agora ela pegou na veia com "Black to Black". O disco todo é muito inspirado. E os arranjos, pela primeira vez em muito tempo resolveram assumir o soul sem timidez. "Tears Dry on Their Own" é uma brincadeira com "Ain't No Mountain High Enough", eternizada na voz de M. Gaye e Tammy Terrel. É praticamente o mesmo arranjo - até nos backing vocals. A melodia um pouco alterada, uma nova letra... Pronto: ela conseguiu homenagear com maestria a original, sem precisar fingir que não tava chupando. Achei legal.
Você achou que não teria nenhuma referência ao ska? Hehehehe... É aqui que tudo começa de verdade. Pois não é que tem um ska-rocksteady em "Black to Black"? Claro, timbres nada jamaicanos, bateria provavelmente programada (hoje em dia tá difícil saber, se bobear os arranjos todos foram tocados em um teclado...). Nada mais justo do que um ska figurar no disco da cantora. Soul e ska são algo como pai e filho bastardo. O mesmo parentesco se aplica ao rocksteady e ao reggae, claro.
Faltou o número 3 dos indícios, o principal. Mas vou parar por aqui, que já passei dos limites do bom senso. Mais tarde eu continuo de onde parei, e explico melhor onde quero chegar.
# Por Léo Mahfuz @ 2:31 PM :: |
Clipando
Resenha do nosso EPzinho no ZonaPunk:
http://www.zonapunk.com.br/ver_res_cds.php?id=1335

Clipando
Resenha do nosso EPzinho no ZonaPunk:
http://www.zonapunk.com.br/ver_res_cds.php?id=1335

Marcadores: Clipping
# Por André Monnerat @ 2:03 PM :: |
Segunda-feira, Abril 16, 2007 Atualizando
- Tocamos anteontem na Audio Rebel, com Madame Machado (que incluiu até Ricky Martin no set!), Supra Sumo e Cinedisco. Foi bem legal, talvez o melhor público que pegamos na Rebel até hoje. E voltaremos a nos encontrar com o Cinedisco...
-...na Hípica, dia 4/5. O Coquetel Acapulco, entre mais de 300 bandas inscritas, foi uma das 6 selecionadas para participar do No Capricho, evento organizado pela revista. A parada tem brechó, oficinas, desfile de moda, uma porção de coisas - e shows. No nosso dia, uma sexta-feira, o Cinedisco também estará entre as atrações. E quem fecha é ninguém mais, ninguém menos que... Felipe Dylon! O nosso show é às 19h.
- Além de tocarmos no dia 4, temos a chance de abrirmos para o Afro Reggae no encerramento do No Capricho, dia 6/5, domingo. Para isso, precisamos ser a banda mais votada no site da Capricho. A votação já começou e vai até o dia 5/5. Vão lá! Tem inclusive um mini-perfil nosso lá e o mp3 de Um buraco chamado Beverly Hills disponível para download - mas vocês já têm essa música, né?
- Entre as outras que estarão na Hípica, além do Cinedisco e do manjado Netunos, eu destacaria Zé Cafofinho E Suas Correntes, que vem de Recife pra participar do evento. Baixei as músicas que eles disponibilizaram no Tramavirtual e gostei bastante. Dá pra fazer relação na hora com Mundo Livre e Nação Zumbi (o que acaba sendo uma comparação óbvia pela geografia). Mas a música que tá lá no site da Capricho, por exemplo, é bem samba mesmo. O som deles não é de guitarra, é de cavaco. Eu recomendo.
Segunda-feira, Abril 16, 2007 Atualizando
- Tocamos anteontem na Audio Rebel, com Madame Machado (que incluiu até Ricky Martin no set!), Supra Sumo e Cinedisco. Foi bem legal, talvez o melhor público que pegamos na Rebel até hoje. E voltaremos a nos encontrar com o Cinedisco...
-...na Hípica, dia 4/5. O Coquetel Acapulco, entre mais de 300 bandas inscritas, foi uma das 6 selecionadas para participar do No Capricho, evento organizado pela revista. A parada tem brechó, oficinas, desfile de moda, uma porção de coisas - e shows. No nosso dia, uma sexta-feira, o Cinedisco também estará entre as atrações. E quem fecha é ninguém mais, ninguém menos que... Felipe Dylon! O nosso show é às 19h.
- Além de tocarmos no dia 4, temos a chance de abrirmos para o Afro Reggae no encerramento do No Capricho, dia 6/5, domingo. Para isso, precisamos ser a banda mais votada no site da Capricho. A votação já começou e vai até o dia 5/5. Vão lá! Tem inclusive um mini-perfil nosso lá e o mp3 de Um buraco chamado Beverly Hills disponível para download - mas vocês já têm essa música, né?
- Entre as outras que estarão na Hípica, além do Cinedisco e do manjado Netunos, eu destacaria Zé Cafofinho E Suas Correntes, que vem de Recife pra participar do evento. Baixei as músicas que eles disponibilizaram no Tramavirtual e gostei bastante. Dá pra fazer relação na hora com Mundo Livre e Nação Zumbi (o que acaba sendo uma comparação óbvia pela geografia). Mas a música que tá lá no site da Capricho, por exemplo, é bem samba mesmo. O som deles não é de guitarra, é de cavaco. Eu recomendo.
# Por André Monnerat @ 9:47 PM :: |
Terça-feira, Março 06, 2007 No Sesc Pompéia
Tem mais lá no Youtube, procuraí.
* * * *
Mas isso faz tempo já, né?
No último sábado teve o show na Rebel. Foi divertido, aquele clima de amizade e confraternização bonito que sempre paira sobre Acapulco. Valeu a quem foi!
Terça-feira, Março 06, 2007 No Sesc Pompéia
Tem mais lá no Youtube, procuraí.
Mas isso faz tempo já, né?
No último sábado teve o show na Rebel. Foi divertido, aquele clima de amizade e confraternização bonito que sempre paira sobre Acapulco. Valeu a quem foi!
Marcadores: Vídeos
# Por André Monnerat @ 10:16 AM :: |
Quinta-feira, Março 01, 2007 Quando a gente fala dos encantos da Rua Augusta...
http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/0,,AA1474238-4278,00.html
Mas então, show este sábado na Rebel. Apareçam!
Quinta-feira, Março 01, 2007 Quando a gente fala dos encantos da Rua Augusta...
http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/0,,AA1474238-4278,00.html
* * * *
Mas então, show este sábado na Rebel. Apareçam!
Marcadores: Agenda, Aleatórios
# Por André Monnerat @ 6:14 PM :: |
Terça-feira, Fevereiro 06, 2007 Sobre o show de SP
"...já tinha visto eles tocando em uma festa de Ska no Outs e já havia achado bem interessante, desta vez\ com o equipamento de primeira que o Sesc sempre proporciona para as bandas deu pra ver que o pessoal é bom mesmo!"
Tá no Gramophone E-Zine, com direito a fotos do show. Dêem uma olhada.
Terça-feira, Fevereiro 06, 2007 Sobre o show de SP
"...já tinha visto eles tocando em uma festa de Ska no Outs e já havia achado bem interessante, desta vez\ com o equipamento de primeira que o Sesc sempre proporciona para as bandas deu pra ver que o pessoal é bom mesmo!"
Tá no Gramophone E-Zine, com direito a fotos do show. Dêem uma olhada.
# Por André Monnerat @ 8:09 PM :: |
Quinta-feira, Janeiro 25, 2007 Amanhã é no Sesc Pompéia
Parte dos Acapulcos deve estar a essa altura chegando em São Paulo, acho. E amanhã estaremos no Sesc Pompéia, para o grande show ao lado do Móveis e dos Pietasters. Será nossa terceira vez na cidade e esperamos que seja tão boa quanto a última, no Hangar - que está ali disputando o título de melhor show do Coquetel até hoje na minha opinião.
Então é isso aí: paulistada, nos vemos lá. E quem tiver sugestões do que fazer na cidade neste fim de semana, avisa aí.
Terça fui ao Odisséia assistir pela primeira vez a um show do Reggae B. Bastante recomendado.
Não vou me alongar muito aqui, mas tem uma resenha minha no site da casa - cliquem aqui pra ler.
Quinta-feira, Janeiro 25, 2007 Amanhã é no Sesc Pompéia
Parte dos Acapulcos deve estar a essa altura chegando em São Paulo, acho. E amanhã estaremos no Sesc Pompéia, para o grande show ao lado do Móveis e dos Pietasters. Será nossa terceira vez na cidade e esperamos que seja tão boa quanto a última, no Hangar - que está ali disputando o título de melhor show do Coquetel até hoje na minha opinião.
Então é isso aí: paulistada, nos vemos lá. E quem tiver sugestões do que fazer na cidade neste fim de semana, avisa aí.
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Terça fui ao Odisséia assistir pela primeira vez a um show do Reggae B. Bastante recomendado.
Não vou me alongar muito aqui, mas tem uma resenha minha no site da casa - cliquem aqui pra ler.
# Por André Monnerat @ 11:11 AM :: |
Quinta-feira, Janeiro 18, 2007 Promessa cumprida
Taí do lado o botão com o link pra comprar nosso EP e recebê-lo em casa. É uma opção pra quem não mora no Rio e não pretende esperar a gente tocar em sua cidade pra ter o CD. O sistema de pagamento é do site BRPay, que permite que a gente receba via transferência pra diversos bancos ou até por boleto bancário (que é o que eu normalmente prefiro quando compro qualquer coisa pela internet, dá pra pagar pelo site do banco tranquilo, seja onde for que você tenha conta).
Pra quem é do Rio, a gente toca na Tijuca hoje à noite e, claro, teremos CD na mão pra vender. Apareçam!
Esqueci de comentar sobre a R9, o aprazível lugar onde tocamos no domingo passado.
Enquanto palco alternativo, é realmente legal. O lugar é aberto e por isso não fica quente mesmo cheio, o palco é legal e o som bastante bom. Mesas de sinuca, cerveja por um preço não-abusivo, enfim, até a batata frita lá era gostosa e por um preço honesto.
E é interessante conhecer um estabelecimento que é ao mesmo tempo bar temático, casa de shows punk, estacionamento, cyber café, xerox e revelação fotográfica. E o que dizer da decoração, com arco-íris nas paredes e um altar com imagens de santo lá no alto?
Gostei mesmo.
Quinta-feira, Janeiro 18, 2007 Promessa cumprida
Taí do lado o botão com o link pra comprar nosso EP e recebê-lo em casa. É uma opção pra quem não mora no Rio e não pretende esperar a gente tocar em sua cidade pra ter o CD. O sistema de pagamento é do site BRPay, que permite que a gente receba via transferência pra diversos bancos ou até por boleto bancário (que é o que eu normalmente prefiro quando compro qualquer coisa pela internet, dá pra pagar pelo site do banco tranquilo, seja onde for que você tenha conta).
Pra quem é do Rio, a gente toca na Tijuca hoje à noite e, claro, teremos CD na mão pra vender. Apareçam!
* * * *
Esqueci de comentar sobre a R9, o aprazível lugar onde tocamos no domingo passado.
Enquanto palco alternativo, é realmente legal. O lugar é aberto e por isso não fica quente mesmo cheio, o palco é legal e o som bastante bom. Mesas de sinuca, cerveja por um preço não-abusivo, enfim, até a batata frita lá era gostosa e por um preço honesto.
E é interessante conhecer um estabelecimento que é ao mesmo tempo bar temático, casa de shows punk, estacionamento, cyber café, xerox e revelação fotográfica. E o que dizer da decoração, com arco-íris nas paredes e um altar com imagens de santo lá no alto?
Gostei mesmo.
# Por André Monnerat @ 9:48 AM :: |
Terça-feira, Janeiro 16, 2007 E passou o lançamento
Primeiro, no Empório. Foi bonito ver os CDs bonitinhos à venda na banquinha pela primeira vez. Foi legal ver a casa cheia, foi bom ouvir gente que não nos conhecia elogiando (e tinha muita gente que estava sendo apresentada ao nosso som ali, já que Filhos da Judith e Fuzzcas atraíram uma galera). Foi interessante autografar meu primeiro CD prum novo fã mexicano.
Mas foi tanto perrengue de equipamento que, sinceramente, não foi das melhores experiências que já tive num palco não. Enfim, acontece.
E aí, no dia seguinte, veio o show na R9. Nossa primeira vez em Jacarepaguá não poderia ter sido melhor! Um bom público que nos recebeu da melhor maneira possível, cantando, pulando, dançando e tudo o mais. Muita gente vindo falar depois, pedido de palheta, pedido de foto, mais CD autografado... Até cerveja grátis ganhei. Enfim, nada a reclamar e esperamos voltar logo!
E aguardem que, muito em breve, será possível comprar nosso EPzinho online por aqui mesmo, e vai ser mais fácil do que vocês imaginam.
Terça-feira, Janeiro 16, 2007 E passou o lançamento
Primeiro, no Empório. Foi bonito ver os CDs bonitinhos à venda na banquinha pela primeira vez. Foi legal ver a casa cheia, foi bom ouvir gente que não nos conhecia elogiando (e tinha muita gente que estava sendo apresentada ao nosso som ali, já que Filhos da Judith e Fuzzcas atraíram uma galera). Foi interessante autografar meu primeiro CD prum novo fã mexicano.
Mas foi tanto perrengue de equipamento que, sinceramente, não foi das melhores experiências que já tive num palco não. Enfim, acontece.
E aí, no dia seguinte, veio o show na R9. Nossa primeira vez em Jacarepaguá não poderia ter sido melhor! Um bom público que nos recebeu da melhor maneira possível, cantando, pulando, dançando e tudo o mais. Muita gente vindo falar depois, pedido de palheta, pedido de foto, mais CD autografado... Até cerveja grátis ganhei. Enfim, nada a reclamar e esperamos voltar logo!
E aguardem que, muito em breve, será possível comprar nosso EPzinho online por aqui mesmo, e vai ser mais fácil do que vocês imaginam.
# Por André Monnerat @ 4:16 PM :: |
Quinta-feira, Janeiro 11, 2007 Novidades, novidades
Quem vem por aqui deve ter reparado que a carinha do blog mudou, não? O visual novo é baseado no projeto gráfico do EP - que vocês já ouviram, né? -, criado pelo nosso trombonista Nando Arruda (que é um senhor designer, permitam-me a puxação de saco).
E o CD mesmo tá saindo da gráfica, podem espalhar a notícia. O ZonaPunk já deu:
A banda carioca de ska Coquetel Acapulco passou os útimos seis meses no "casulo" preparando uma novidade para o público, esta novidade consiste num EP com quatro músicas inéditas produzidas pela própria banda. Neste mês de janeiro o grupo preparou três shows para comemorar o lançamento do material inédito e tão aguardado. Durante a próxima semana eles se apresentarão na casa de shows Empório em Ipanema no dia 13 e logo no dia seguinte, dia 14, no bar R9 em Jacarapaguá ao lado dos rudes do La Bamba e a já consagrada banda carioca Noção da Nada. Para finalizar com chave de ouro esta mini-turnê de lançamento, no dia 26 de janeiro o Coquetel Acapulco se apresentará em um grande evento de ska ao lado das bandas Móveis Coloniais de Acajú (DF) e os americanos do Pietasters no Sesc Pompéia em São Paulo.Para ouvir as músicas do EP do Coquetel Acapulco em streaming basta acessar o Myspace do grupo.
Tá certo que não andamos tão "no casulo" assim, mas é isso aí.
E nesse fim de semana, nos vemos em Ipanema e Jacarepaguá.
Quinta-feira, Janeiro 11, 2007 Novidades, novidades
Quem vem por aqui deve ter reparado que a carinha do blog mudou, não? O visual novo é baseado no projeto gráfico do EP - que vocês já ouviram, né? -, criado pelo nosso trombonista Nando Arruda (que é um senhor designer, permitam-me a puxação de saco).
E o CD mesmo tá saindo da gráfica, podem espalhar a notícia. O ZonaPunk já deu:
A banda carioca de ska Coquetel Acapulco passou os útimos seis meses no "casulo" preparando uma novidade para o público, esta novidade consiste num EP com quatro músicas inéditas produzidas pela própria banda. Neste mês de janeiro o grupo preparou três shows para comemorar o lançamento do material inédito e tão aguardado. Durante a próxima semana eles se apresentarão na casa de shows Empório em Ipanema no dia 13 e logo no dia seguinte, dia 14, no bar R9 em Jacarapaguá ao lado dos rudes do La Bamba e a já consagrada banda carioca Noção da Nada. Para finalizar com chave de ouro esta mini-turnê de lançamento, no dia 26 de janeiro o Coquetel Acapulco se apresentará em um grande evento de ska ao lado das bandas Móveis Coloniais de Acajú (DF) e os americanos do Pietasters no Sesc Pompéia em São Paulo.Para ouvir as músicas do EP do Coquetel Acapulco em streaming basta acessar o Myspace do grupo.
Tá certo que não andamos tão "no casulo" assim, mas é isso aí.
E nesse fim de semana, nos vemos em Ipanema e Jacarepaguá.
# Por André Monnerat @ 10:03 AM :: |
Quarta-feira, Janeiro 10, 2007
E na página você encontra este "journal" do Guilherme Mazzo - um cara que eu sinceramente não conheço, o que só me deixa mais bobo de ler esse tipo de comentário. Que parada!
Quarta-feira, Janeiro 10, 2007
Vocês conhecem o Last.fm?
Devem conhecer, mas pra mim é meio que novidade ainda. Quer dizer, eu já ouvi falar há um bom tempo, mas nunca tinha me dedicado a ver direito como funciona. E ainda não vi; dei uma olhada nas funções "comunidade" do site, que são até interessantes, mas pra ouvir música mesmo ainda não ouvi.
De qualquer forma, o Coquetel tá lá, já que tem gente por aí conectada à parada e que já ouviu a gente. E agora tem lá as músicas do nosso EP, fotinho, lista de shows, essas coisas. Ó só: http://www.last.fm/music/Coquetel+Acapulco.
Devem conhecer, mas pra mim é meio que novidade ainda. Quer dizer, eu já ouvi falar há um bom tempo, mas nunca tinha me dedicado a ver direito como funciona. E ainda não vi; dei uma olhada nas funções "comunidade" do site, que são até interessantes, mas pra ouvir música mesmo ainda não ouvi.
De qualquer forma, o Coquetel tá lá, já que tem gente por aí conectada à parada e que já ouviu a gente. E agora tem lá as músicas do nosso EP, fotinho, lista de shows, essas coisas. Ó só: http://www.last.fm/music/Coquetel+Acapulco.
E na página você encontra este "journal" do Guilherme Mazzo - um cara que eu sinceramente não conheço, o que só me deixa mais bobo de ler esse tipo de comentário. Que parada!
# Por André Monnerat @ 11:51 AM :: |
Sexta-feira, Janeiro 05, 2007 Ai ai ai ai, tá chegando a hora
Nos últimos tempos vocês acompanharam aqui duas novelas. Apesar dos recordes de audiência de A Conga Tocando Trombone, a que mais nos interessa aqui é mesmo a do lançamento do tão falado EP.
E agora é pra valer. Pra começar, vocês já podem ouvir as quatro músicas em suas versões finais em www.myspace.com/coquetelacapulco. Muita gente já conferiu e deixou lá registrado o que achou - façam o mesmo.
Depois, é se preparar pra ter o mimo em suas mãos. Ele já está na gráfica e esse mês ainda vocês poderão adquirir o seu, o do seu namorado, da irmã, do vizinho. Puxar o saco do chefe com um desses também pega superbem. Então, prestem atenção por aqui que logo a gente informa como fazer pra ele chegar bonitinho à sua casa.
Ou então falem conosco pessoalmente que a gente dá o caminho das pedras. As chances de nos encontrar são múltiplas - olhem La Agenda cheia aí do lado. Temos shows este mês em Ipanema, Jacarepaguá, Tijuca e até em São Paulo. Escolha a opção mais perto - depois a gente vai falando com mais calma de cada um deles aqui.
Sexta-feira, Janeiro 05, 2007 Ai ai ai ai, tá chegando a hora
Nos últimos tempos vocês acompanharam aqui duas novelas. Apesar dos recordes de audiência de A Conga Tocando Trombone, a que mais nos interessa aqui é mesmo a do lançamento do tão falado EP.
E agora é pra valer. Pra começar, vocês já podem ouvir as quatro músicas em suas versões finais em www.myspace.com/coquetelacapulco. Muita gente já conferiu e deixou lá registrado o que achou - façam o mesmo.
Depois, é se preparar pra ter o mimo em suas mãos. Ele já está na gráfica e esse mês ainda vocês poderão adquirir o seu, o do seu namorado, da irmã, do vizinho. Puxar o saco do chefe com um desses também pega superbem. Então, prestem atenção por aqui que logo a gente informa como fazer pra ele chegar bonitinho à sua casa.
Ou então falem conosco pessoalmente que a gente dá o caminho das pedras. As chances de nos encontrar são múltiplas - olhem La Agenda cheia aí do lado. Temos shows este mês em Ipanema, Jacarepaguá, Tijuca e até em São Paulo. Escolha a opção mais perto - depois a gente vai falando com mais calma de cada um deles aqui.
# Por André Monnerat @ 12:04 PM :: |
Terça-feira, Dezembro 12, 2006 Ah, sim: Mp3 nova!
A essa altura já nem é tão nova assim, mas não tava aqui no blog ainda: já soltamos Um buraco chamado Beverly Hills, bem próxima do que estará no CD. Vão no tramavirtual ou no >MySpace que tá lá.
Reparem nos comentários do MySpace: Victor Rice, Chris Murray e muita gente boa curiosa pra ouvir mais. Chique, ahn?
Terça-feira, Dezembro 12, 2006 Ah, sim: Mp3 nova!
A essa altura já nem é tão nova assim, mas não tava aqui no blog ainda: já soltamos Um buraco chamado Beverly Hills, bem próxima do que estará no CD. Vão no tramavirtual ou no >MySpace que tá lá.
Reparem nos comentários do MySpace: Victor Rice, Chris Murray e muita gente boa curiosa pra ouvir mais. Chique, ahn?
# Por André Monnerat @ 2:28 PM :: |
A Conga Tocando Trombone - O que vem por aí
Sei que vocês mal podem esperar pelos próximos capítulos da novela. E olha que estão esperando bastante! Assim, abri a Contigo dessa semana e li o que vai acontecer até o final. Não leiam se não quiserem estragar a surpresa, ok?
- Marlon (Tony Ramos) leva à loucura todo o núcleo bielorrusso da história (que grande atração, com todos os seus costumes pitorescos...) com seu romance com Melinda (atriz ruim saída da Malhação - que recusa convites para sair na Playboy, enquanto a novela está no auge; ano que vem, cairá no ostracismo, será flagrada sem calcinha em duas festas diferentes, até posar nua para a Sexy e aceitar o convite para a nova edição de Casa dos Artistas). A diferença de idade é demais. E realmente não dá certo; ela vai terminar com Tuca (Marcelo Faria).
O bielorrusso volta para sua terra natal ao descobrir-se herdeiro de uma grande fazenda produtora de vinho de banana, a bebida típica da Bielorrússia. Ao chegar lá, reencontra sua namorada de infância (Marília Pera, em participação especial).
- Até o final feliz com Tuca, Melinda vai ter que enfrentar inúmeras maldades de Letícia (Mel Lisboa), que disputa o amor do rapaz. A vilã, porém, acaba desmascarada e fica louca.
- E Letícia, na verdade, é irmã de Melinda. Isso é descoberto por Roberto (Marcelo Anthony), que antes chegou a ter interesse na própria irmã, até perceber que se tratava de um amor fraternal. A última armação de Letícia foi fazer parecer que a Melinda falsificava exames e documentos, apenas para se tornar herdeira de Horcades Moura.
- Horcades Moura (Daniel Filho) é o grande vilão da história. É ele o mandante da morte da mãe de Melinda. A fábrica de calotas era apenas fachada para um laboratório de manipulação genética com o qual ele criou gorilas assassinos. A novela suscitará um grande debate sobre os limites da ciência e como o homem brinca de Deus mexendo com o DNA dos seres vivos.
Moura manda matar a mãe de Melinda - sua filha - para esconder seu passado negro, quando os dois foram amantes e tocavam trombone em uma banda cover do Carrapicho. Ele é descoberto e iria ser preso, mas durante a perseguição pela polícia acaba caindo com seu carro de um precipício.
- Amália (Maria Alice Vergueiro) terá um romance tórrido com Carlô (Tony Tornado). Com a morte de Horcades Moura e um grande incêncio na falsa fábrica de calotas causado por um gorila irritado, Amália perde quase todo seu dinheiro - mas acaba feliz, tornando-se sócia do amado em seu boteco em São João do Meriti. O estabelecimento vira um sucesso vendendo, além de cerveja, o chá especial de Amália - mas é claro que a lojinha clandestina de ervas nos fundos ajuda a atrair público.
- Perdidinho e Fernandes tornam-se uma dupla funkeira, que estoura com o hit "Dar uns pegas na potranca? É comigo mesmo". A cena final é no bar do Carlô, com os dois cantando e todo o elenco da novela em uma grande confraternização, na qual Melinda revela que está grávida e Roberto pede Clarinha (Nívea Stellman, que entra na segunda fase da novela) em casamento.
A Conga Tocando Trombone - O que vem por aí
Sei que vocês mal podem esperar pelos próximos capítulos da novela. E olha que estão esperando bastante! Assim, abri a Contigo dessa semana e li o que vai acontecer até o final. Não leiam se não quiserem estragar a surpresa, ok?
- Marlon (Tony Ramos) leva à loucura todo o núcleo bielorrusso da história (que grande atração, com todos os seus costumes pitorescos...) com seu romance com Melinda (atriz ruim saída da Malhação - que recusa convites para sair na Playboy, enquanto a novela está no auge; ano que vem, cairá no ostracismo, será flagrada sem calcinha em duas festas diferentes, até posar nua para a Sexy e aceitar o convite para a nova edição de Casa dos Artistas). A diferença de idade é demais. E realmente não dá certo; ela vai terminar com Tuca (Marcelo Faria).
O bielorrusso volta para sua terra natal ao descobrir-se herdeiro de uma grande fazenda produtora de vinho de banana, a bebida típica da Bielorrússia. Ao chegar lá, reencontra sua namorada de infância (Marília Pera, em participação especial).
- Até o final feliz com Tuca, Melinda vai ter que enfrentar inúmeras maldades de Letícia (Mel Lisboa), que disputa o amor do rapaz. A vilã, porém, acaba desmascarada e fica louca.
- E Letícia, na verdade, é irmã de Melinda. Isso é descoberto por Roberto (Marcelo Anthony), que antes chegou a ter interesse na própria irmã, até perceber que se tratava de um amor fraternal. A última armação de Letícia foi fazer parecer que a Melinda falsificava exames e documentos, apenas para se tornar herdeira de Horcades Moura.
- Horcades Moura (Daniel Filho) é o grande vilão da história. É ele o mandante da morte da mãe de Melinda. A fábrica de calotas era apenas fachada para um laboratório de manipulação genética com o qual ele criou gorilas assassinos. A novela suscitará um grande debate sobre os limites da ciência e como o homem brinca de Deus mexendo com o DNA dos seres vivos.
Moura manda matar a mãe de Melinda - sua filha - para esconder seu passado negro, quando os dois foram amantes e tocavam trombone em uma banda cover do Carrapicho. Ele é descoberto e iria ser preso, mas durante a perseguição pela polícia acaba caindo com seu carro de um precipício.
- Amália (Maria Alice Vergueiro) terá um romance tórrido com Carlô (Tony Tornado). Com a morte de Horcades Moura e um grande incêncio na falsa fábrica de calotas causado por um gorila irritado, Amália perde quase todo seu dinheiro - mas acaba feliz, tornando-se sócia do amado em seu boteco em São João do Meriti. O estabelecimento vira um sucesso vendendo, além de cerveja, o chá especial de Amália - mas é claro que a lojinha clandestina de ervas nos fundos ajuda a atrair público.
- Perdidinho e Fernandes tornam-se uma dupla funkeira, que estoura com o hit "Dar uns pegas na potranca? É comigo mesmo". A cena final é no bar do Carlô, com os dois cantando e todo o elenco da novela em uma grande confraternização, na qual Melinda revela que está grávida e Roberto pede Clarinha (Nívea Stellman, que entra na segunda fase da novela) em casamento.
# Por André Monnerat @ 11:31 AM :: |
Segunda-feira, Novembro 27, 2006 A Conga Tocando Trombone - Terceiro capítulo
- Pode parar aí, Miranda. Vou pedir informações no boteco - disse Roberto ao seu motorista (Bastos Filho, um dos mais talentosos atores do nosso teatro, vencedor de diversos prêmios por tantas peças ao longo de sua carreira de décadas . Ele é meio feio. Vai entrar mudo e sair calado da novela). Ele salta do carro e se encaminha para o bar. Se vê uma placa bem grande no alto da porta: "Carlôteiro Bar".
- Bom dia... Eu queria uma informação, quem sabe você não pode me ajudar. Na verdade, é a primeira pessoa que encontro por aqui, as ruas estão todas vazias, as lojas fechadas...
- Hoje tem show do Coquetel Acapulco na praia, a cidade para. E quem não vai, está em casa com medo do gorila - explicou Carlô.
- Ahn, gorila? Bom, agora estou sem tempo... Você sabe me dizer onde fica a casa da Dona Aurora? -
- Olha... Saber eu sei, mas... Ela está morta.
- Morta? Mas... Como?
- Bem... Olha, isso é com a polícia. O que eu posso te dizer é que ela morava na terceira rua, virando à esquerda, um casarão amarelo.
- Tá... tá certo - virou-se Roberto, visivelmente transtornado, indo de volta ao carro, onde o motorista o aguardava.
Carlô, congela sua expressão e aponta seu olhar vidrado para um ponto qualquer. E apenas murmura:
- Eu sabia...
Corta para visão aérea da praia de Ipanema, ao som de Tekila Boogaloo, Acabou La Tequila. Cenas na praia; mulheres saindo de biquini da água, rapazes sarados jogando frescobol, um merchandising constrangedor da Nestlé em um close no isopor de um vendedor de picolé. Fernandes chega e cumprimenta Perdidinho (Darlan Silva - sabe qualé? O Acerola, ou Laranjinha, sei lá).
- Coé, Perdidinho! Tu não sai da praia, né? Eu não venho nunca, e quando venho, cê tá aqui.
- Craro, né, mané? Coquetel Acapulco hoje!
- Coquetel? Oba! É comigo mesmo!
- E a Melinda, não veio hoje não?
- Cara... Ela não tinha como vir hoje. Tô até me sentindo mal de largar ela lá...
- Tu não desiste de arroizar a gata, né, mané? Ih rapá, olha ali um gorila saindo da água!
- Ahhhhh! Gorila! Gorila não! - e Fernandes sai correndo em pânico, deixando Perdidinho às gargalhadas. Vemos Marlon (Toni Ramos) saindo da água.
- E aí, Perdidinho? Esse show não começa? - pergunta Marlon, com um sotaque estranho, que ainda não dá pra identificar de onde seja. É gringo, com certeza.
- Acho que é agora, o Fanfarra acabou de tocar...
- Marlon, eu preciso falar com você - aproxima-se de repente Melinda.
- Ih, gata, o Fernandes disse que você não vinha! - se surpreendeu Perdidinho.
- Eu só vim porque sabia que o Marlon ia estar aqui.
Os dois olham um para o outro, em silêncio por instantes.
Vemos agora Leekee - ele mesmo, em participação super especial - acabando de fazer a apresentação da banda. O Coquetel Acapulco começa a tocar o tema instrumental da novela. Marlon e Melinda se afastam em direção ao calçadão, calados. A cena congela no tosco efeito que os transforma numa pintura, e os créditos sobem.
Segunda-feira, Novembro 27, 2006 A Conga Tocando Trombone - Terceiro capítulo
- Pode parar aí, Miranda. Vou pedir informações no boteco - disse Roberto ao seu motorista (Bastos Filho, um dos mais talentosos atores do nosso teatro, vencedor de diversos prêmios por tantas peças ao longo de sua carreira de décadas . Ele é meio feio. Vai entrar mudo e sair calado da novela). Ele salta do carro e se encaminha para o bar. Se vê uma placa bem grande no alto da porta: "Carlôteiro Bar".
- Bom dia... Eu queria uma informação, quem sabe você não pode me ajudar. Na verdade, é a primeira pessoa que encontro por aqui, as ruas estão todas vazias, as lojas fechadas...
- Hoje tem show do Coquetel Acapulco na praia, a cidade para. E quem não vai, está em casa com medo do gorila - explicou Carlô.
- Ahn, gorila? Bom, agora estou sem tempo... Você sabe me dizer onde fica a casa da Dona Aurora? -
- Olha... Saber eu sei, mas... Ela está morta.
- Morta? Mas... Como?
- Bem... Olha, isso é com a polícia. O que eu posso te dizer é que ela morava na terceira rua, virando à esquerda, um casarão amarelo.
- Tá... tá certo - virou-se Roberto, visivelmente transtornado, indo de volta ao carro, onde o motorista o aguardava.
Carlô, congela sua expressão e aponta seu olhar vidrado para um ponto qualquer. E apenas murmura:
- Eu sabia...
Corta para visão aérea da praia de Ipanema, ao som de Tekila Boogaloo, Acabou La Tequila. Cenas na praia; mulheres saindo de biquini da água, rapazes sarados jogando frescobol, um merchandising constrangedor da Nestlé em um close no isopor de um vendedor de picolé. Fernandes chega e cumprimenta Perdidinho (Darlan Silva - sabe qualé? O Acerola, ou Laranjinha, sei lá).
- Coé, Perdidinho! Tu não sai da praia, né? Eu não venho nunca, e quando venho, cê tá aqui.
- Craro, né, mané? Coquetel Acapulco hoje!
- Coquetel? Oba! É comigo mesmo!
- E a Melinda, não veio hoje não?
- Cara... Ela não tinha como vir hoje. Tô até me sentindo mal de largar ela lá...
- Tu não desiste de arroizar a gata, né, mané? Ih rapá, olha ali um gorila saindo da água!
- Ahhhhh! Gorila! Gorila não! - e Fernandes sai correndo em pânico, deixando Perdidinho às gargalhadas. Vemos Marlon (Toni Ramos) saindo da água.
- E aí, Perdidinho? Esse show não começa? - pergunta Marlon, com um sotaque estranho, que ainda não dá pra identificar de onde seja. É gringo, com certeza.
- Acho que é agora, o Fanfarra acabou de tocar...
- Marlon, eu preciso falar com você - aproxima-se de repente Melinda.
- Ih, gata, o Fernandes disse que você não vinha! - se surpreendeu Perdidinho.
- Eu só vim porque sabia que o Marlon ia estar aqui.
Os dois olham um para o outro, em silêncio por instantes.
Vemos agora Leekee - ele mesmo, em participação super especial - acabando de fazer a apresentação da banda. O Coquetel Acapulco começa a tocar o tema instrumental da novela. Marlon e Melinda se afastam em direção ao calçadão, calados. A cena congela no tosco efeito que os transforma numa pintura, e os créditos sobem.
# Por André Monnerat @ 11:47 AM :: |
Sexta-feira, Novembro 24, 2006 Capítulo com título
Como foi prometido ontem, fechamos a mixagem de me deixe saber, buraco e campo minado, infelizmente o léo não mandou os bounces pro meu e-mail e ainda não tive a oportunidade de ouví-los no meu som aqui e casa e dar meu aval, enfim, vamos esperar.
Continuando a saga de escrever no blog, apesar de não conseguir definir os parágrafos ontem e meu texto ficou meio sujo, e recheado é ch.
Pra falar a verdade, eu assumo alguns erros nessa produção no período da mixagem, minha experiência como produtor de bandas de rock só permitia enxergar o processo de mixagem como cortes e mais cortes de freqüencias, ultra compressões e presets de reverbs, já que não são tão perceptivos e muitas vezes quase não uso.
Tive que cair em algumas reais, percebi que gravei bem alguns intrumentos e não precisava processá-los tanto quanto no rock e que alguns sobras de freqüencias só enriqueciam nossa sonoridade, alguns reverbs escolhemos a dedo e buscamos os presets apenas como um primeiro passo para podermos chegar a um resultado final. Mas vou parar de falar um pouco sobre mixagem e voltar a gravação.
A gravação dos metais foi algo que nos dava um pouco de receio, pois a melhor forma de gravar metais é ao vivo numa sala com uma acústica bem preparada pra isso. Eu não dispunha de uma sala legal e eu não considerava muito a idéia de gravar ao vivo pois não temos tanta experiência como músicos para isso, além do mais, a gravação separada permite maiores correção na hora da edição.
No meu projeto final de faculdade, meu grupo deu início a produção do Fanfarra Paradiso, que tem um naipe de sopros de 5 instrumentos. Essa experiência foi importante pra eu conseguir alguma coisa valer a pena na nossa produção. Gravamos o naipe do Fanfarra Paradiso separado também, mas o resultado não foi satisfatório, não nos preocupamos com dobras e corrigimos de mais a afinação, fazendo q os metais soassem com samples de teclado. Este é um risco que se corre quando gravamos metais separados e corrigimos sua afinação de mais, perdendo um pouco de suas pequenas desafinações que são característicos de instrumentos de sopro, assim como a voz humana.
Amanhã tem mais.
Sexta-feira, Novembro 24, 2006 Capítulo com título
Como foi prometido ontem, fechamos a mixagem de me deixe saber, buraco e campo minado, infelizmente o léo não mandou os bounces pro meu e-mail e ainda não tive a oportunidade de ouví-los no meu som aqui e casa e dar meu aval, enfim, vamos esperar.
Continuando a saga de escrever no blog, apesar de não conseguir definir os parágrafos ontem e meu texto ficou meio sujo, e recheado é ch.
Pra falar a verdade, eu assumo alguns erros nessa produção no período da mixagem, minha experiência como produtor de bandas de rock só permitia enxergar o processo de mixagem como cortes e mais cortes de freqüencias, ultra compressões e presets de reverbs, já que não são tão perceptivos e muitas vezes quase não uso.
Tive que cair em algumas reais, percebi que gravei bem alguns intrumentos e não precisava processá-los tanto quanto no rock e que alguns sobras de freqüencias só enriqueciam nossa sonoridade, alguns reverbs escolhemos a dedo e buscamos os presets apenas como um primeiro passo para podermos chegar a um resultado final. Mas vou parar de falar um pouco sobre mixagem e voltar a gravação.
A gravação dos metais foi algo que nos dava um pouco de receio, pois a melhor forma de gravar metais é ao vivo numa sala com uma acústica bem preparada pra isso. Eu não dispunha de uma sala legal e eu não considerava muito a idéia de gravar ao vivo pois não temos tanta experiência como músicos para isso, além do mais, a gravação separada permite maiores correção na hora da edição.
No meu projeto final de faculdade, meu grupo deu início a produção do Fanfarra Paradiso, que tem um naipe de sopros de 5 instrumentos. Essa experiência foi importante pra eu conseguir alguma coisa valer a pena na nossa produção. Gravamos o naipe do Fanfarra Paradiso separado também, mas o resultado não foi satisfatório, não nos preocupamos com dobras e corrigimos de mais a afinação, fazendo q os metais soassem com samples de teclado. Este é um risco que se corre quando gravamos metais separados e corrigimos sua afinação de mais, perdendo um pouco de suas pequenas desafinações que são característicos de instrumentos de sopro, assim como a voz humana.
Amanhã tem mais.
# Por Leekee @ 10:11 AM :: |
Quinta-feira, Novembro 23, 2006 Pra início de conversa, eu não sei onde eu coloco o título do meu post.
Quinta-feira, Novembro 23, 2006 Pra início de conversa, eu não sei onde eu coloco o título do meu post.
Hoje é quinta-feira, e depois de sete meses após a gravação de bateria, faremos os últimos ajustes nas quatros músicas que eu e Léo estamos produzindo no meu estúdio. Eu queria dizer um pouco de como foi esse período de nossas vidas, o quanto isso nos atingiu e influiu em nossos contidianos e o quanto aprendemos com nossos erros e acertos.
Como já foi dito, as quatro músicas do EP serão: "Um buraco chamado Beverly Hills", "Me deixe saber", "Mundo encantado" e "Campo minado", porém, quando começamos as gravações, não sabíamos exatamente quais músicas iríamos finalizar, por isso gravamos as baterias de todas as músicas que tínhamos ensaiadas até então e só depois fizemos uma seleção.
Logo após gravarmos as baterias, ficamos um período parados, pois eu estava no meio do meu projeto final na faculdade e precisava usar o estúdio direto, então, só depois do dia 16 de junho foi que começamos a gravar a valer. Tínhamos pouco tempo pra gravar a Luisa e o Bernardo, por que ambos viajariam em breve, a Luisa gravou seu vocal e seu teclado ouvindo apenas o click e algumas de guitarra e baixo, e os metais que eu gravei com os sons do meu teclado, que eram irritantes por sinal.
Pecamos feio logo de início; não tínhamos ainda uma grande referência para a produção e não havíamos feito uma pré-produção adequada. Por estes motivos, tivemos que regravar muitos instrumentos duas ou até três vezes. Eu passei e buscar referências nos cds dos Slackers, Ska Cubano, Brian Stezer Orquestra, Buena Vista Social Club, Cartola, Elis Regina até mesmo os cds do The Clash e Rancid e que ouço desde pequeno, já Léo, sempre bem-acompanhado do seu Ipod, rexeado de Westbound Train e Hepcat. Graças a essas referências, conseguimos flertar com novos elementos como percussões, violões e os planos de mixagem.
Léo ao começar as gravações não tinha muita noção de produção, mas eu confiava em seu ouvido. Nas edições de bateria ele sempre estava presente para me ajudar com opiniões e sugestões. A partir de uma certa data, ele começou a freqüentar um curso de homestudio, graças a isso, ele começou se empenhar mais e mais na produção, não me deixando tão sobrecarregado com aquela trabalheira toda.
Aguardem o próximo capítulo.
Como já foi dito, as quatro músicas do EP serão: "Um buraco chamado Beverly Hills", "Me deixe saber", "Mundo encantado" e "Campo minado", porém, quando começamos as gravações, não sabíamos exatamente quais músicas iríamos finalizar, por isso gravamos as baterias de todas as músicas que tínhamos ensaiadas até então e só depois fizemos uma seleção.
Logo após gravarmos as baterias, ficamos um período parados, pois eu estava no meio do meu projeto final na faculdade e precisava usar o estúdio direto, então, só depois do dia 16 de junho foi que começamos a gravar a valer. Tínhamos pouco tempo pra gravar a Luisa e o Bernardo, por que ambos viajariam em breve, a Luisa gravou seu vocal e seu teclado ouvindo apenas o click e algumas de guitarra e baixo, e os metais que eu gravei com os sons do meu teclado, que eram irritantes por sinal.
Pecamos feio logo de início; não tínhamos ainda uma grande referência para a produção e não havíamos feito uma pré-produção adequada. Por estes motivos, tivemos que regravar muitos instrumentos duas ou até três vezes. Eu passei e buscar referências nos cds dos Slackers, Ska Cubano, Brian Stezer Orquestra, Buena Vista Social Club, Cartola, Elis Regina até mesmo os cds do The Clash e Rancid e que ouço desde pequeno, já Léo, sempre bem-acompanhado do seu Ipod, rexeado de Westbound Train e Hepcat. Graças a essas referências, conseguimos flertar com novos elementos como percussões, violões e os planos de mixagem.
Léo ao começar as gravações não tinha muita noção de produção, mas eu confiava em seu ouvido. Nas edições de bateria ele sempre estava presente para me ajudar com opiniões e sugestões. A partir de uma certa data, ele começou a freqüentar um curso de homestudio, graças a isso, ele começou se empenhar mais e mais na produção, não me deixando tão sobrecarregado com aquela trabalheira toda.
Aguardem o próximo capítulo.
# Por Leekee @ 11:05 AM :: |


